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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Unidade e Combate Contra os Fascistas: FORA BOLSONARO * Pedro Cesar Batista - DF


Unidade e combate contra os fascistas:
Fora Bolsonaro

A Praça dos Três Poderes, em Brasília, amanheceu nesta quarta-feira,20, com a cor e coragem da luta do povo brasileiro, com suas vozes, palavras de ordem e disposição para escorraçar do Palácio do Planalto o genocida e seu grupo.
Em um ato preparado com antecedência, com pessoal e quantidade previamente estabelecidas, o Comitê Popular Fora Bolsonaro ocupou a praça para afirmar que não aceita mais a prática criminosa contra a classe trabalhadora em curso, comandada por um jagunço do imperialismo e da burguesia.
Com faixas, som e banquinhas para distribuir e vender os materiais que informam, formam e animam o combate na defesa dos verdadeiros interesses da classe trabalhadora foi realizado o ato com a palavra de ordem: Pela vida e por direitos: Fora Bolsonaro.
Durante a atividade, um fascista, que anteriormente agrediu um grupo de enfermeiras durante uma manifestação no mesmo local, foi fazer provocação e ameaçar, tentando intimidar a manifestação. Recebeu o merecido, levou uns tabefes e só não apanhou mais por que a polícia a socorreu. A PM cercou a manifestação do comitê, com cavalaria e muitos policiais, o que nunca fez com os genocidas que saem as ruas pregando e propagando a morte.
Todos os manifestantes do ato contra o genocida e o fascismo estavam de máscaras, com álcool gel e durante toda a atividade ficaram em um distanciamento devido, conforme as orientações da Organização Mundial da Saúde – OMS.
O miliciano do Planalto, com seus jagunços, da janela do Palácio presidencial acompanhou a manifestação, mostrando o medo e covardia característica dos milicianos fascistas.
O Comitê Popular Fora Bolsonaro é composto por militantes do PCO, UP, PT e PSOL, mais ativistas de movimentos populares e sociais que se organizaram para combater o fascista e seu grupo palaciano. A proposta é que sejam criados comitês com as mesmas características em todo o país. Agora é escorraçar o miliciano e seu grupo da Presidência do Brasil, depois é fortalecer a unidade, organização e consciência de classe, para que a classe trabalhadora derrote definitivamente os exploradores e lacaios do imperialismo.

Pedro Cesar Batista - DF

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Manifesto Mobilização Já! * (ObervatórioProletários-BR)

*MANIFESTO MOBILIZAÇÃO JÁ!*
 
Companhir@s,

Todos estão convidados a tomar atitude contra o ataque fascista-neoliberal aos nossos direitos, seja enquanto brasileiros, cidadãos e trabalhadores.

O ataque ao patrimônio nacional através das privatizações é algo nunca visto em nenhum lugar do mundo, e aqui foi mais grave por contar com a colaboração entreguista da imensa maioria do empresariado brasileiro - envolvendo indústrias, comercio, mídia, judiciário, parlamentares, igrejas de diversas correntes, forças armadas e empresas de segurança.

O saque devastador contra nossos direitos de cidadania é a forma encontrada pelo neoliberalismo de extinguir tudo que conhecemos como Seguridade Social, resultado de décadas de conquistas acumuladas através das lutas femininas, juvenis, étnicas  e raciais ocorridas em nosso país desde a Ditadura Cívico-militar de 1964.

A extinção de nossos direitos trabalhistas com a aplicação da "contra-reforma trabalhista" é somente o glacê do imenso "bolo-pacote" servido a todos nós trabalhadores, agora sem Previdencia, Aposentadoria e Carteira Assinada, liberando o empresariado para nos escravizar sem risco nenhum perante leis e Estado/governos.

Mas para garantir tudo isso, apenas a aprovação no parlamento e o respaldo do judiciário não bastam.   Eles necessitam de "Forças Repressivas" auxiliares aliadas aos seus partidos e às Forças Armadas convencionais. Esse é o papel dos grupos fascistas formados por milicianos, bolsonaristas de diversas camadas sociais, religiosos fundamentalistas e por pessoas do lumpen-proletariado marginalizadas - mais popularmente conhecidas como POBRES DE DIREITA.

E O QUE FAZER PARA NOS DEFENDER?

Primeiro, nos organizar. E quando falamos disso, logo vem à cabeça a preocupação com as formas tradicionais de Organização: associações de moradores de bairros/favelas/ocupações etc; pastorais religiosas, entidades culturais, étnicas, de gênero etc; findando em sindicatos e partidos políticos. É aí onde mora o perigo. Todos sabemos que todas essas formas de organização estão VICIADAS. Seja por sua utilização pelos políticos profissionais seja pelos vínculos com ESTADO/GOVERNOS. Além disso, há mais um fator preocupante que é a espionagem dentro delas feita pelas forças inimigas do povo trabalhador.

PORTANTO O QUE NOS RESTA?

Construir novas Formas de Organização. Por isso, estamos propondo a formação de uma Frente de defesa dos trabalhadores, contra o racismo, a homofobia, o meritocratismo, o desemprego e a fome...
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sábado, 16 de maio de 2020

A renúncia de Teich e o caos no governo Bolsonaro * FNMT - BR


A renúncia de Teich e o caos no governo Bolsonaro
 
O novato ministro da saúde do governo Bolsonaro, Nelson Teich, pediu demissão hoje, com menos de um mês no cargo. Segundo a grande imprensa, o motivo determinante da renúncia foi a discordância do ministro quanto a proposta defendida por Bolsonaro acerca do uso da cloroquina, mesmo sem o menor respaldo médico ou científico.

Na verdade, Teich e Bolsonaro já há alguns dias vinham se indispondo. Teich em linhas gerais, seguia a linha defendida pelo seu antecessor no cargo, Luiz Henrique Mandetta, quanto a defesa do isolamento social; Bolsonaro por sua parte, expressando de forma mais direta os interesses de diversas alas patronais, sabota de forma militante a quarentena, propondo o retorno a chamada "normalidade" social, mesmo diante de um quadro de morticínio crescente no país e da perda do controle sobre a pandemia.
Com efeito, o governo Bolsonaro se afunda cada vez mais numa crise sem saída a vista. Em menos de um mês, três ministros deixam seus cargos diante de uma crise econômica, social, sanitária e política sem precedentes.

O desbaratamento da situação econômica, o recrudescimento dos contágios e mortes pela covid-19, e o colapso do sistema de saúde no país, tem arrastado todo o ambiente político nacional para um turbilhão, em que, a crise de hegemonia burguesa, põe as classes dominantes numa situação aberta de crise de governabilidade.

A situação conjuntural se torna dramática, na medida em que a classe trabalhadora mantém-se na defensiva, sobretudo devido aos reflexos nefastos das traições covardes por parte de suas direções hegemônicas, sobretudo o lulo-petismo, representantes da ideologia burguesa em nosso meio.

O impasse político em que se encontra o país, agravado pela paralisia do movimento operário e popular, cria um gravíssimo vácuo político, que está sendo manobrado pela extrema direita: diante de uma crise orgânica do capital de proporções meteóricas, a grande burguesia rompeu com qualquer política de conciliação e busca uma saída de caráter extremo. Ou seja, as manobras levadas adiante pelos quadros militares do governo Bolsonaro, somado ao apoio explícito que o miliciano tem nas casernas e nas Polícias Militares, mais seus apoiadores milicianos, religiosos e manifestantes verde e amarelo, vemos avançar diante de nossos olhos, a completa fascistização da sociedade, que pode entrar numa fase perigosa de irreversibilidade.

Os movimentos operário e popular precisam sair de sua imobilidade e paralisia. A conjuntura gravíssima, marcada por profundos ataques aos trabalhadores, precisa ter uma resposta resoluta e corajosa da classe trabalhadora brasileira, que mantém todas as condições para derrotar o governo Bolsonaro e barrar os planos genocidas e fascistas do grande capital.

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